“Não vos embriagueis com vinho, que é uma fonte de devassidão, mas enchei-vos do Espírito. Recitai entre vós salmos, hinos e cânticos espirituais. Cantai e celebrai de todo o coração os louvores do Senhor. Rendei graças, sem cessar e por todas as coisas, a Deus Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo!” (Ef 5, 18-20)
Será que paramos para pensar como seria a vida sem música?
Imaginemos como seriam os filmes, novelas, comerciais sem os diversos sons. A música faz parte do nosso dia-a-dia. Ela enriquece a vida com os seus mais diferentes estilos. Utilizada na TV, rádio, cinema, teatro, academia, Igrejas, escolas, etc; ela forma um dos maiores mercados do mundo. E parece que todo mundo gosta de curtir um bom som, não é mesmo? A música influência as nossas ações e reações. Ela mexe com as nossas emoções e provoca várias reações: alegria ou tristeza, suspense ou susto, medo ou pavor. Felizmente, descobrimos a beleza da música e aprendemos a cantar a vida em versos e prosas.
Os cristãos cantam a sua fé entendendo que a música é um poder na vida cristã, uma forma de adoração e que ela favorece o crescimento espiritual.
Muita gente tomou uma decisão espiritual atraído por uma canção que lhe falou ao coração. Nas horas de tentação ou dor, nos importantes momentos da vida, a música sempre deixa marcas profundas (Sl 18,3; 40, 1-3; At 16,25-26)
Louvar não é apenas cantar; mas, a música é um preciso instrumento de adoração. A música (cantada ou instrumental) glorifica ao Senhor, revelando o íntimo do nosso ser. Orações, textos bíblicos, expressões de gratidão são musicalizados em exaltação ao Senhor. Os livros de Salmos e o Apocalipse registra inúmeros cânticos de louvor a glória do Senhor.
Através da música, muitas mensagens são comunicadas. Por exemplo: textos bíblicos são memorizados, facilitando o nosso crescimento espiritual. A música cristã alegra a vida, prepara os cultos e sermões e traz encorajamento e conforto, além de ser um dos melhores recursos na evangelização.
Atualmente, todo mundo valoriza a boa música. A igreja se encontra mais aberta ás diversas expressões musicais ritmos, instrumentos, conjuntos e canções. Mas vala a pena selecionar o que se ouve e o que se canta. Lamentavelmente, a necessidade de atender ao consumo e ao comércio da música católica, produz mais quantidade do que qualidade.
Nem tudo o que se canta faz sentido. O repertório católico carece de constante revisão. Ele pode ser rico, criativo, variado, adaptando-se a cada situação. Porém, vezes sem conta, cantam-se algumas músicas simplesmente por causa do “ritmo gostoso” que elas tem (mesmo que contenham heresias) as letras e sua procedência exigem análise e precisam passar pelo crivo da Bíblia e do Magistério da Igreja.
A música cristã católica pode ser alegre, jubilante, ritimada, mas jamais apalhaçada ou sensualizada. A música alegre é marca registrada do cristão; mas a lascívia ofende a Deus. Há muito exibicionistas que “louvam” apenas para “aparecer”, chamando muito a atenção sobre si e encobrindo a mensagem que é a parte mais importante da música.
Na Igreja, também deve haver respeito pelos diversos gostos musicais. A Bíblia não fala a respeito de estilos ou ritmos sagrados e o catecismo nos traz apenas a música litúrgica. É uma questão que envolve a cultura década povo e merece respeito de todos. Alguns gostam de clássicos, valsa, boleros; outros admiram o samba, o baião, a bossa nova.
Na Bíblia e no Catecismo da Igreja Católica (nº1157), os instrumentos musicais são parte integrante da adoração e da liturgia. Isto envolve arte, beleza, riqueza, criatividade, preparação.
Os desvios na utilização dos instrumentos sempre geram problemas: instrumentos mal executados por pessoas não preparadas, modismos ditando formas e métodos, excesso de barulho e som são confundidos com música, preconceito quanto ao uso de alguns instrumentos, etc. é preciso haver estudo sério da Palavra e do que diz a Igreja, além de investimento nos músicos para que tudo seja bem feito para a glória de Deus.
No dia a dia ouvimos inúmeros sons. E como cristãos também podemos desfrutar das coisas boas da vida. No campo musical, há boas produções de profissionais competentes que são verdadeiras obras de arte que apresentam cultura, arte e instrução. Músicas clássicas, populares, folclóricas, sertanejas, etc; enriquecem a nossa vida, fazem bem a todos nós e em nada prejudicam a nossa fé. A música tem sido utilizada com sucesso mesmo com terapia (musicoterapia).
É lógico que deve haver critério na escolha do que ouvir. Há músicas que agridem a moral cristã e aos bons costumes. Não se pode enxergar o diabo em tudo, como fazem alguns fanáticos que terminam “misturando a estação”. De igual modo, não se pode “engolir” tudo como se fosse bom, pois muitos “músicos” pecam pela má qualidade e péssimo gosto e não devem merecer crédito.
Portanto, é possível glorificar a Deus, através de boa música. A música é vem de Deus! Ela pode ser um precioso instrumento para a expressão da glória de Deus. Na verdade, “Toda dádiva boa e todo dom perfeito vêm de cima: descem do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem mesmo aparência de instabilidade.”(Tg 1,17)
Muita gente tomou uma decisão espiritual atraído por uma canção que lhe falou ao coração. Nas horas de tentação ou dor, nos importantes momentos da vida, a música sempre deixa marcas profundas (Sl 18,3; 40, 1-3; At 16,25-26)
Louvar não é apenas cantar; mas, a música é um preciso instrumento de adoração. A música (cantada ou instrumental) glorifica ao Senhor, revelando o íntimo do nosso ser. Orações, textos bíblicos, expressões de gratidão são musicalizados em exaltação ao Senhor. Os livros de Salmos e o Apocalipse registra inúmeros cânticos de louvor a glória do Senhor.
Através da música, muitas mensagens são comunicadas. Por exemplo: textos bíblicos são memorizados, facilitando o nosso crescimento espiritual. A música cristã alegra a vida, prepara os cultos e sermões e traz encorajamento e conforto, além de ser um dos melhores recursos na evangelização.
Atualmente, todo mundo valoriza a boa música. A igreja se encontra mais aberta ás diversas expressões musicais ritmos, instrumentos, conjuntos e canções. Mas vala a pena selecionar o que se ouve e o que se canta. Lamentavelmente, a necessidade de atender ao consumo e ao comércio da música católica, produz mais quantidade do que qualidade.
Nem tudo o que se canta faz sentido. O repertório católico carece de constante revisão. Ele pode ser rico, criativo, variado, adaptando-se a cada situação. Porém, vezes sem conta, cantam-se algumas músicas simplesmente por causa do “ritmo gostoso” que elas tem (mesmo que contenham heresias) as letras e sua procedência exigem análise e precisam passar pelo crivo da Bíblia e do Magistério da Igreja.
A música cristã católica pode ser alegre, jubilante, ritimada, mas jamais apalhaçada ou sensualizada. A música alegre é marca registrada do cristão; mas a lascívia ofende a Deus. Há muito exibicionistas que “louvam” apenas para “aparecer”, chamando muito a atenção sobre si e encobrindo a mensagem que é a parte mais importante da música.
Na Igreja, também deve haver respeito pelos diversos gostos musicais. A Bíblia não fala a respeito de estilos ou ritmos sagrados e o catecismo nos traz apenas a música litúrgica. É uma questão que envolve a cultura década povo e merece respeito de todos. Alguns gostam de clássicos, valsa, boleros; outros admiram o samba, o baião, a bossa nova.
Na Bíblia e no Catecismo da Igreja Católica (nº1157), os instrumentos musicais são parte integrante da adoração e da liturgia. Isto envolve arte, beleza, riqueza, criatividade, preparação.
Os desvios na utilização dos instrumentos sempre geram problemas: instrumentos mal executados por pessoas não preparadas, modismos ditando formas e métodos, excesso de barulho e som são confundidos com música, preconceito quanto ao uso de alguns instrumentos, etc. é preciso haver estudo sério da Palavra e do que diz a Igreja, além de investimento nos músicos para que tudo seja bem feito para a glória de Deus.
No dia a dia ouvimos inúmeros sons. E como cristãos também podemos desfrutar das coisas boas da vida. No campo musical, há boas produções de profissionais competentes que são verdadeiras obras de arte que apresentam cultura, arte e instrução. Músicas clássicas, populares, folclóricas, sertanejas, etc; enriquecem a nossa vida, fazem bem a todos nós e em nada prejudicam a nossa fé. A música tem sido utilizada com sucesso mesmo com terapia (musicoterapia).
É lógico que deve haver critério na escolha do que ouvir. Há músicas que agridem a moral cristã e aos bons costumes. Não se pode enxergar o diabo em tudo, como fazem alguns fanáticos que terminam “misturando a estação”. De igual modo, não se pode “engolir” tudo como se fosse bom, pois muitos “músicos” pecam pela má qualidade e péssimo gosto e não devem merecer crédito.
Portanto, é possível glorificar a Deus, através de boa música. A música é vem de Deus! Ela pode ser um precioso instrumento para a expressão da glória de Deus. Na verdade, “Toda dádiva boa e todo dom perfeito vêm de cima: descem do Pai das luzes, no qual não há mudança, nem mesmo aparência de instabilidade.”(Tg 1,17)

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