“Acolhei aquele que é fraco na fé, com bondade, sem discutir as suas opiniões. Um crê poder comer de tudo; outro, que é fraco, só come legumes. Quem come de tudo não despreze aquele que não come. Quem não come não julgue aquele que come, porque Deus o acolhe do mesmo modo. Quem és tu, para julgares o servo de outros? Que esteja firme, ou caia, isto é lá com o seu senhor. Mas ele estará firme, porque poderoso é Deus para o sustentar. Um faz distinção entre dia e dia; outro, porém, considera iguais todos os dias. Cada um proceda segundo sua convicção. Quem distingue o dia, age assim pelo Senhor. Quem come de tudo, o faz pelo Senhor, porque dá graças a Deus. E quem não come, abstém-se pelo Senhor, e igualmente dá graças a Deus. Nenhum de nós vive para si, e ninguém morre para si. Se vivemos, vivemos para o Senhor; se morremos, morremos para o Senhor. Quer vivamos quer morramos, pertencemos ao Senhor. Para isso é que morreu Cristo e retomou a vida, para ser o Senhor tanto dos mortos como dos vivos. Por que julgas, então, o teu irmão? Ou por que desprezas o teu irmão? Todos temos que comparecer perante o tribunal de Deus. Porque está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo joelho, e toda língua dará glória a Deus (Is 45,23). Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.” (Rm 14, 1-12)
Mesmo sem perceber, todo mundo gosta de andar na moda. Com maior ou menor interesse, todos nós adotamos uma moda que passa a compor o nosso visual e se torna a nossa marca registrada. Tirando uma média, vamos perceber que as pessoas tem algo em comum. Prova disso é que a moda de outros povos é vista como estranha para nós. Por exemplo: a moda adotada por um indiano ou um africano (legítimos) é completamente diferente da nossa. A moda respeita as características próprias de cada cultura. E como não somos seres extraterrestres, mas seres humanos normais inseridos em um contexto histórico, participamos da cultura e estamos atentos a moda do nosso povo.
Por outro lado, estamos no mundo mas, não somos do mundo, como ensinou Jesus (Jo 17, 15-16). Vivemos como pessoas normais, ajustadas e integradas à vida. Mas, não podemos nos deixar levar por tudo o que está ao nosso lado. Surgem muitas novidades por aí. Algumas são bonitas, úteis e interessantes. Outras podem prejudicar a nossa caminhada cristã.
Como enfrentar esses desafios que sobem às passarelas e acabam subindo à cabeça das pessoas? Sem preconceito e sem moralismo tratamos este tema de frente visando ajudar a nossa juventude a compreender os propósitos do Senhor. Então, o que dizer?
Muita gente dita modelos e figurinos a partir da Bíblia. Eis uma atitude perigosa, pois a Bíblia não foi escrita com esta finalidade. A cultura judaico-cristã difere bastante da cultura brasileira. Os tempos também não são mais os mesmos. Isto não significa que a Bíblia seja omissão. A Bíblia contém os princípios do Senhor que orientam todas as áreas de nossa vida.
Não nos compete ditar moda. Isto é responsabilidade dos profissionais da área. O que podemos dizer é que o melhor modelo para o cristão é aquele que glorifica a Deus. Orientado pelo Espírito Santo, o cristão discernirá entre o que agrada a Deus e o que não agrada. O Senhor precisa aprovar a moda que usamos. E bom senso dirigirá a nossa opção para que glorifiquemos a Deus em nossos hábitos, usos e costumes. O nosso corpo é o templo do Espírito Santo. Recomenda São Paulo: “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Cristo no vosso corpo”(1Cor 6,19-20).
Um bom princípio simples de organização é: um lugar para cada coisa; cada coisa no sue lugar. Uma moda deve se adequar ao lugar, ao horário ou a ocasião. Ninguém vai à praia de terno e gravata. Por outro lado, ninguém vai de maiô à Igreja. Há uma infinidade de opções por aí. Cada roupa cumpre uma finalidade. Por exemplo: há roupas próprias à intimidade; outras são indicadas para o campo, a praia ou lazer; e há trajes que melhor se ajustam às festas e celebrações.
O lugar a ser frequentado vai ajudar na definição da moda. Constantemente as pessoas perguntam quanto ao melhor vestuário para participar da missa. Deus vê o interior e não aparência. Mas, Ele espera o melhor do que somos e temos. Evitemos comparecer a missa com desleixo; mas, não nos mostremos como uma “onça pintada” ou uma “árvore de natal ambulante.” Com devida moderação, saibamos que vale a pena “caprichar”, separando-se e preparando-se bem para melhor servir ao Senhor. Ele merece! Duas coisas devem ser levadas em conta nas vestes: a utilidade e a modéstia. Todos os excessos ou exageros se originam de uma mente corrompida. O Catecismo da Igreja Católica nos diz que as vestes pelo pudor do Espírito Santo (nº2522), ou seja, o fruto da moderação também é visto no nosso vestir.
A pessoa cristã procura agradar ao Senhor com a moda adotada. Também procura conciliar o melhor local e ocasião para aplicar determinada moda. Mas, este universo é imenso. E, às vezes, persiste a dúvida: qual é a melhor escolha? Outros fatores precisam ser considerados, por exemplo: esta moda combina comigo (e com a minha fé)? Esta compra será bem aproveitada? - há aquisições que são descartáveis: usa-se pouquíssimas veze e joga-se fora - Esta moda é temporária ou vai pegar? Esta é a melhor época para se comprar? Este é o melhor preço?
Também haverá de se considerar o testemunho cristão. Uma moda que pode prejudicar ou comprometer a pregação cristã deve ser evitada. De igual modo, não convém se valer de uma moda que traz escândalos ou tropeço aos outros. Ou finalmente, deve-se considerar se a moda é motivo de cobiça para os outros, pois “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convém” (1Cor 6,12).
Mesmo sem perceber, todo mundo gosta de andar na moda. Com maior ou menor interesse, todos nós adotamos uma moda que passa a compor o nosso visual e se torna a nossa marca registrada. Tirando uma média, vamos perceber que as pessoas tem algo em comum. Prova disso é que a moda de outros povos é vista como estranha para nós. Por exemplo: a moda adotada por um indiano ou um africano (legítimos) é completamente diferente da nossa. A moda respeita as características próprias de cada cultura. E como não somos seres extraterrestres, mas seres humanos normais inseridos em um contexto histórico, participamos da cultura e estamos atentos a moda do nosso povo.
Por outro lado, estamos no mundo mas, não somos do mundo, como ensinou Jesus (Jo 17, 15-16). Vivemos como pessoas normais, ajustadas e integradas à vida. Mas, não podemos nos deixar levar por tudo o que está ao nosso lado. Surgem muitas novidades por aí. Algumas são bonitas, úteis e interessantes. Outras podem prejudicar a nossa caminhada cristã.
Como enfrentar esses desafios que sobem às passarelas e acabam subindo à cabeça das pessoas? Sem preconceito e sem moralismo tratamos este tema de frente visando ajudar a nossa juventude a compreender os propósitos do Senhor. Então, o que dizer?
Muita gente dita modelos e figurinos a partir da Bíblia. Eis uma atitude perigosa, pois a Bíblia não foi escrita com esta finalidade. A cultura judaico-cristã difere bastante da cultura brasileira. Os tempos também não são mais os mesmos. Isto não significa que a Bíblia seja omissão. A Bíblia contém os princípios do Senhor que orientam todas as áreas de nossa vida.
Não nos compete ditar moda. Isto é responsabilidade dos profissionais da área. O que podemos dizer é que o melhor modelo para o cristão é aquele que glorifica a Deus. Orientado pelo Espírito Santo, o cristão discernirá entre o que agrada a Deus e o que não agrada. O Senhor precisa aprovar a moda que usamos. E bom senso dirigirá a nossa opção para que glorifiquemos a Deus em nossos hábitos, usos e costumes. O nosso corpo é o templo do Espírito Santo. Recomenda São Paulo: “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Cristo no vosso corpo”(1Cor 6,19-20).
Um bom princípio simples de organização é: um lugar para cada coisa; cada coisa no sue lugar. Uma moda deve se adequar ao lugar, ao horário ou a ocasião. Ninguém vai à praia de terno e gravata. Por outro lado, ninguém vai de maiô à Igreja. Há uma infinidade de opções por aí. Cada roupa cumpre uma finalidade. Por exemplo: há roupas próprias à intimidade; outras são indicadas para o campo, a praia ou lazer; e há trajes que melhor se ajustam às festas e celebrações.
O lugar a ser frequentado vai ajudar na definição da moda. Constantemente as pessoas perguntam quanto ao melhor vestuário para participar da missa. Deus vê o interior e não aparência. Mas, Ele espera o melhor do que somos e temos. Evitemos comparecer a missa com desleixo; mas, não nos mostremos como uma “onça pintada” ou uma “árvore de natal ambulante.” Com devida moderação, saibamos que vale a pena “caprichar”, separando-se e preparando-se bem para melhor servir ao Senhor. Ele merece! Duas coisas devem ser levadas em conta nas vestes: a utilidade e a modéstia. Todos os excessos ou exageros se originam de uma mente corrompida. O Catecismo da Igreja Católica nos diz que as vestes pelo pudor do Espírito Santo (nº2522), ou seja, o fruto da moderação também é visto no nosso vestir.
A pessoa cristã procura agradar ao Senhor com a moda adotada. Também procura conciliar o melhor local e ocasião para aplicar determinada moda. Mas, este universo é imenso. E, às vezes, persiste a dúvida: qual é a melhor escolha? Outros fatores precisam ser considerados, por exemplo: esta moda combina comigo (e com a minha fé)? Esta compra será bem aproveitada? - há aquisições que são descartáveis: usa-se pouquíssimas veze e joga-se fora - Esta moda é temporária ou vai pegar? Esta é a melhor época para se comprar? Este é o melhor preço?
Também haverá de se considerar o testemunho cristão. Uma moda que pode prejudicar ou comprometer a pregação cristã deve ser evitada. De igual modo, não convém se valer de uma moda que traz escândalos ou tropeço aos outros. Ou finalmente, deve-se considerar se a moda é motivo de cobiça para os outros, pois “todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convém” (1Cor 6,12).

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