Jesus ao terceiro dia de sua morte na cruz, foi ressuscitado pelo Poder de Deus e está sentado à sua direita.
Jesus está vivo! Gritava a igreja primitiva. Jesus está vivo!
Era a Boa Nova que anunciava às comunidades cristãs. Jesus está vivo! Ele é o centro da vida da igreja.
Deus não permitiu que seu Filho experimentasse a corrupção, ao contrário exaltou-o e glorificou-o:
“...e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes”. (Fl 2,9)
“...toda autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mt 28,18)
“...O Senhor disse ao meu Senhor: senta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos por escabelos dos teus pés”. (At 2,34)
“...Que toda a casa de Israel saiba, portanto, com a maior certeza de que este Jesus que vós crucificastes, Deus o constituiu Senhor e Cristo”. (Atr 2,36)
A ressurreição, exaltação e glorificação de Jesus é o apogeu de sua obra salvífica.
Se Cristo não tivesse ressuscitado, vã seria a nossa fé. Se Cristo não tivesse sido glorificado, vã seria nossa pregação e nossa esperança. Sem dúvida o apogeu da glorificação foi uma nova e abundante efusão de seu Espírito Santo: “...Exaltado pela direita de Deus, havendo recebido do Pai o Espírito Santo prometido, derramou-o como vós vedes e ouvis...”. (At 2,33)
Se, durante sua vida terrena, sempre esteve recebendo o Espírito Santo, por sua Gloriosa exaltação recebeu-o de um modo infinito.
Com a recepção do Espírito Santo foi-lhe concedida a mais alta investidura de poder no céu e na terra: foi constituído Senhor. “Que toda a casa de Israel saiba, portanto, com a maior certeza de que este Jesus, que vós crucificastes, Deus o constitui Senhor e Cristo...”. (At 2,36)
O título de Senhor estabeleceu-O como dono absoluto de todo o universo: do passado, presente e futuro. Homens, animais e toda a criação lhe estão submetidos. Vencedor da morte e do maligno; céu, mar e terra estão sob seu domínio. Juiz de vivos e mortos; (at 11,42) o Salvador (At 13,23); o Chefe que leva a vida; (At 3,15) o Messias anunciado pelos profetas. (At 3,18).
Por outro lado, o título de Senhor (KYRIOS) que no Antigo Testamento era reservado exclusivamente a Deus, ao ser aplicado a Jesus, afirma de uma forma muito eminente seu caráter divino: Jesus é o Senhor!
O domínio de Jesus sobre todo o universo deve estender-se de ma maneira especial e concreta sobre aqueles que crêem em seu nome, sobre cada um de nós. Jesus é o Senhor, mas deve chegar a ser efetivamente meu Senhor, meu Rei, ou seja, quem decide em todas as áreas da minha vida e quem governa toda a minha existência. Ele que dirige todos os meus desejos e vontades. Ele que toma todas as decisões da minha vida: as grandes e pequenas.
Trata-se de proclamar o Senhorio de Jesus em todas as áreas de nossa vida. Isto de maneira nenhuma anula nossa personalidade ou capacidade de decisão. Muito ao contrário. Toma-se a decisão vital de que daí por diante seja Jesus a tomar todas as decisões de nossa vida.
Por conseguinte, o Senhorio de Jesus é total, ou não é Senhorio, ou Jesus é cem por cento o Senhor de nossa vida, ou não é. Ele não aceita ser o Senhor de somente cinquenta por cento, nem oitenta ou noventa por cento de nossa vida. Ele tem que ser o Senhor de cem por cento de nossa vida.
Para que Jesus seja Senhor temos que lhe entregar todas as áreas e aspectos de nossa vida. É necessário abrir-lhe todos os recantos de nosso coração e permitir-lhe que, ao entrar neles inunde-os com sua luz.
Jesus não pede muito. Jesus pede tudo. Ele não se contenta em ser parte ou apenas um aspecto de nossa vida. Ele quer ser o centro único de nossa existência. Ou tudo ou nada. Ou frio ou quente, morno não. Ele não admite ser apenas um adorno, um elemento decorativo em nossa vida. Ele quer ser um personagem real que vive em nosso coração e governa efetivamente nossa vida. Jesus quer ser verdadeiramente o Rei de nossa existência.
Cristão não é aquele que tem uma imagem de Jesus na sua casa no seu pescoço, mas aquele que é uma imagem de Jesus em sua casa e fora dela. Cristão não é o que diz com sua boca “Senhor, Senhor”, mas o que realmente vive fazendo a vontade do Pai dos Céus. (Ler Mt 7,21).
Concretamente o Senhorio de Jesus consiste em que façamos tudo e só o que Ele quer, como Ele quer e quando Ele quer.
Mas como dirá Jesus: qual é a sua vontade? Muito simples. Em cada circunstância em que nos encontremos bastará perguntar-nos: Como atuaria Jesus se estivesse em meu lugar? E mais, temos que perguntar ao próprio Jesus: Comprarias este vestido, Senhor Jesus? Como usarias teu dinheiro, Senhor Jesus: Como amaria, Jesus, aos teus irmãos, amigos e inimigos? ... E fazê-lo como o faria Jesus.
“Fazei tudo o que Ele nos disser” – Jo 2,5, disse-nos Maria, que realmente foi “escrava do Senhor” e em quem as Palavras de Deus se fizeram vida.
Jesus mesmo confirmaem Jo 13, 13: “Vós me chamais Mestre e Senhor e Eu o Sou”.
O Espírito Santo transforma o nosso ser, tornando-nos testemunhas de Cristo Jesus.
Vejamos os testemunhos de:
- Pedro (Atos 10, 34-36) – “Este é Senhor de todos”.
- Paulo (Fil 2, 9-11) - “E toda a língua confesse, para a Glória de Deus Pai que Jesus Cristo é Senhor”.
- João (Jo 21, 7) - “É o senhor!”
- Este Jesus que vós crucificastes, Deus o constitui Senhor e Cristo (Atos 2, 32-36).
É pelo poder do nome de Jesus que todas as coisas se realizam, precisamos assumir esse poder em nossas vidas.
Portanto, se com tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.
Jesus está vivo! Gritava a igreja primitiva. Jesus está vivo!
Era a Boa Nova que anunciava às comunidades cristãs. Jesus está vivo! Ele é o centro da vida da igreja.
Deus não permitiu que seu Filho experimentasse a corrupção, ao contrário exaltou-o e glorificou-o:
“...e lhe outorgou o nome que está acima de todos os nomes”. (Fl 2,9)
“...toda autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mt 28,18)
“...O Senhor disse ao meu Senhor: senta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos por escabelos dos teus pés”. (At 2,34)
“...Que toda a casa de Israel saiba, portanto, com a maior certeza de que este Jesus que vós crucificastes, Deus o constituiu Senhor e Cristo”. (Atr 2,36)
A ressurreição, exaltação e glorificação de Jesus é o apogeu de sua obra salvífica.
Se Cristo não tivesse ressuscitado, vã seria a nossa fé. Se Cristo não tivesse sido glorificado, vã seria nossa pregação e nossa esperança. Sem dúvida o apogeu da glorificação foi uma nova e abundante efusão de seu Espírito Santo: “...Exaltado pela direita de Deus, havendo recebido do Pai o Espírito Santo prometido, derramou-o como vós vedes e ouvis...”. (At 2,33)
Se, durante sua vida terrena, sempre esteve recebendo o Espírito Santo, por sua Gloriosa exaltação recebeu-o de um modo infinito.
Com a recepção do Espírito Santo foi-lhe concedida a mais alta investidura de poder no céu e na terra: foi constituído Senhor. “Que toda a casa de Israel saiba, portanto, com a maior certeza de que este Jesus, que vós crucificastes, Deus o constitui Senhor e Cristo...”. (At 2,36)
O título de Senhor estabeleceu-O como dono absoluto de todo o universo: do passado, presente e futuro. Homens, animais e toda a criação lhe estão submetidos. Vencedor da morte e do maligno; céu, mar e terra estão sob seu domínio. Juiz de vivos e mortos; (at 11,42) o Salvador (At 13,23); o Chefe que leva a vida; (At 3,15) o Messias anunciado pelos profetas. (At 3,18).
Por outro lado, o título de Senhor (KYRIOS) que no Antigo Testamento era reservado exclusivamente a Deus, ao ser aplicado a Jesus, afirma de uma forma muito eminente seu caráter divino: Jesus é o Senhor!
O domínio de Jesus sobre todo o universo deve estender-se de ma maneira especial e concreta sobre aqueles que crêem em seu nome, sobre cada um de nós. Jesus é o Senhor, mas deve chegar a ser efetivamente meu Senhor, meu Rei, ou seja, quem decide em todas as áreas da minha vida e quem governa toda a minha existência. Ele que dirige todos os meus desejos e vontades. Ele que toma todas as decisões da minha vida: as grandes e pequenas.
Trata-se de proclamar o Senhorio de Jesus em todas as áreas de nossa vida. Isto de maneira nenhuma anula nossa personalidade ou capacidade de decisão. Muito ao contrário. Toma-se a decisão vital de que daí por diante seja Jesus a tomar todas as decisões de nossa vida.
Por conseguinte, o Senhorio de Jesus é total, ou não é Senhorio, ou Jesus é cem por cento o Senhor de nossa vida, ou não é. Ele não aceita ser o Senhor de somente cinquenta por cento, nem oitenta ou noventa por cento de nossa vida. Ele tem que ser o Senhor de cem por cento de nossa vida.
Para que Jesus seja Senhor temos que lhe entregar todas as áreas e aspectos de nossa vida. É necessário abrir-lhe todos os recantos de nosso coração e permitir-lhe que, ao entrar neles inunde-os com sua luz.
Jesus não pede muito. Jesus pede tudo. Ele não se contenta em ser parte ou apenas um aspecto de nossa vida. Ele quer ser o centro único de nossa existência. Ou tudo ou nada. Ou frio ou quente, morno não. Ele não admite ser apenas um adorno, um elemento decorativo em nossa vida. Ele quer ser um personagem real que vive em nosso coração e governa efetivamente nossa vida. Jesus quer ser verdadeiramente o Rei de nossa existência.
Cristão não é aquele que tem uma imagem de Jesus na sua casa no seu pescoço, mas aquele que é uma imagem de Jesus em sua casa e fora dela. Cristão não é o que diz com sua boca “Senhor, Senhor”, mas o que realmente vive fazendo a vontade do Pai dos Céus. (Ler Mt 7,21).
Concretamente o Senhorio de Jesus consiste em que façamos tudo e só o que Ele quer, como Ele quer e quando Ele quer.
Mas como dirá Jesus: qual é a sua vontade? Muito simples. Em cada circunstância em que nos encontremos bastará perguntar-nos: Como atuaria Jesus se estivesse em meu lugar? E mais, temos que perguntar ao próprio Jesus: Comprarias este vestido, Senhor Jesus? Como usarias teu dinheiro, Senhor Jesus: Como amaria, Jesus, aos teus irmãos, amigos e inimigos? ... E fazê-lo como o faria Jesus.
“Fazei tudo o que Ele nos disser” – Jo 2,5, disse-nos Maria, que realmente foi “escrava do Senhor” e em quem as Palavras de Deus se fizeram vida.
Jesus mesmo confirmaem Jo 13, 13: “Vós me chamais Mestre e Senhor e Eu o Sou”.
O Espírito Santo transforma o nosso ser, tornando-nos testemunhas de Cristo Jesus.
Vejamos os testemunhos de:
- Pedro (Atos 10, 34-36) – “Este é Senhor de todos”.
- Paulo (Fil 2, 9-11) - “E toda a língua confesse, para a Glória de Deus Pai que Jesus Cristo é Senhor”.
- João (Jo 21, 7) - “É o senhor!”
- Este Jesus que vós crucificastes, Deus o constitui Senhor e Cristo (Atos 2, 32-36).
É pelo poder do nome de Jesus que todas as coisas se realizam, precisamos assumir esse poder em nossas vidas.
Portanto, se com tua boca confessares que Jesus é o Senhor, e se em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo.
JESUS SEJA O SENHOR DE NOSSAS VIDAS!!!

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